07 junho 2009

Janta
Composição: Marcelo Camelo


Eu quis te conhecer, mas tenho que aceitar
Caberá, ao nosso amor, o eterno ou o não dá
Pode ser cruel a eternidade
Eu ando em frente por sentir vontade

Eu quis te convencer, mas, chega de insistir
Caberá, ao nosso amor, o que há de vir
Pode ser a eternidade má
Caminho em frente pra sentir saudade

Paper clips and crayons in my bed
Everybody thinks that i'm sad
I'll take a ride in melodies and bees and birds
Will hear my words
Will be both us and you and them together

Cause I can forget about myself, trying to be everybody else
I feel allright that we can go away
And please my day
I let you stay with me if you surrender

Eu quis te conhecer, mas tenho que aceitar
(I can forget about myself trying to be everybody else)
Caberá,ao nosso amor, o eterno ou o não dá
(I feel all right that we can go away)
Pode ser a eternidade má
(And please my Day)
Eu ando sempre pra sentir vontade.
(I'll let you stay with me if you surrender)

01 junho 2009

I shot the sheriff

Bom...
Pensei que eu ia conseguir ficar aqui e escrever esse post numa boa
bem boa... Mas parece que não. Os meus dias têm sido cheios (no
sentido de entulhados, lotados) e eu não tenho conseguido ter muita
paciencia para muita coisa a não ser ler e dormir. Dormir que alias,
tenho feito muito, praticamente em todo lugar onde me escoro.

Parece que a tristeza profunda (meio cronica) tá passando, apesar de
eu estar sempre com aquela angustiazinha presa no peito. Chorei tudo
que tinha pra chorar, o tarot e o chuveiro me consolaram, eu acho que
me conformei com algumas coisas e fiquei mais tranquila (e as pessoas
devem ter achado que eu apanhei, tal era a roxidão dos meus olhos na
sexta).

Ok, no findi ainda restaram algumas fagulhas da tristeza aquela (que
insistem em chamar de mau humor =p), mas no fim das contas, tudo em
ordem outra vez. A impressão de perder meus dias enclauzurada (?) numa
caixa de sapato persiste, mas to tentando achar um propósito pra isso.
Também to tentando achar um bom motivo pra ficar no curso... Até me
empolgo um pouquinho de vez em quando.

Quanto ao namoro, numa buena. Ainda temos muito o que aprender sobre o
que falar e como falar, né, B.? Mas tá massa...

A dança tá show, desde que a gente não fique só conversando merda. Mas
nem sempre eu to naquela disposição e dai sinto falta do pessoal
maluco do ano passado.


Bom, era só pra dar um oi... Mas já atualizando...


To por aí!

28 maio 2009

Eu to no cúmulo intenso mais bizarro de stress que pode existir.

SÓ esa faltando cair meus cabelos.

Mas tentando manter a sanidade e não espancar ninguém.


MUITO ODIO do MUNDO.

25 maio 2009

João e Maria





Tomou-a pela cintura com força. Ela sentiu-se entregue e decifrada. Já
não existia mais distancia, já não existia mais promessa. Ele
sentia-se inteiro, finalmente. Ela quis fazer o tempo parar. Eles não
sabiam o que seria desta vida. Eles não queriam saber, na verdade.

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Rubras, as faces não a deixavam esconder-se. As mãos frias, já
formigavam e queria não precisar tocar, pra que não fosse percebido.
Tocava devagar o chão, sublinhava devagar o caminho em torno da sala.
Era evidente, e não sabia como podia agir a partir dali.

Entrou no cômodo como quem procura a si. O cheiro familiar fez logo
palpitar o coração. Buscou os olhos doces que tanto queria decifrar,
logo enxergou aquela figura pequena e meiga. Enrubescida, deslizando
no chão, quase sem rumo a seguir.

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Fechou a porta atrás de si e correu em direção à esquina, sem saber o
que faria a partir dali. Já não havia opção e não iria voltar atrás. O
mundo inteiro o aguardava, mas não sabia exatamente o que isso queria
dizer. O medo tomou conta de si, mas não poderia faze-lo mudar de
opinião.

Olhou a neblina pela janela, e sentiu a excitação de um sentimento
aquecer seu peito. Todo o acordo trocado pelo olhar tornara-se tão
concreto que as palavras foram sempre desnecessárias. Percebeu que a
porta ficara aberta, e que ninguém estava a espreita. Não poderia
haver momento melhor. Foi-se.

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Nunca havia vislumbrado tamanha doçura. Sem pensar já desejava
deslizar os dedos por entre seus cabelos negros e longos. Iluminava o
ambiente, não importava por onde andasse. Era impossível perde-la de
vista. Quando olhou em seus olhos, quase não pode manter o equilíbrio.
Prometeu-a, só pelo olhar.

Distraída, recebia a todos com a simpatia já habitual, apesar de um
tanto dissimulada. Já se cansava de tanta aparência. Ansiava muito
viver. O entranho que entrou pela porta a fez tremer. Queria por tudo
não reparar em sua presença, pra que seu olhar não a desconcertasse.
Quando olhou profundamente nos seus olhos, aceitou a promessa.

Ficção.


A coisa mais cafona que eu já escrevi na vida.

21 maio 2009

Bebida, cigarro e meia-calça de arrastão: A Good Card tá acabando comigo!

17 maio 2009

É simples, mas não é fácil

Me persegue sempre e cada vez mais uma inquietação que só os próximos conhecem. Nada nunca está bom o suficiente. Ou melhor, nada é bom o suficiente por muito tempo. E comigo é assim, eu goste ou não, eu permita ou não.

O sentimento presente é que estou perdendo meu precioso (e talves curto) tempo trabalhando dentro de uma caixa de sapato, sem sol, pra ganhar uma merreca. Estudando uma coisa completamente egoísta (acreditem) enquanto o mundo lá fora me espera pra ser salvo. Hehehe...

Me falta foco e confiança, principalmente. Quem cresceu ouvindo falar em estabilidade, não é bem assim pra dar (mais) uma de maluca e viver de sorriso. Pois bem, e aí, neste impasse doido que a vida tem aos punhados, está a Gabita. Sem muitos amigos a quem recorrer de verdade, c0m o coração aprendendo (nem sempre de maneira tranquila) um punhado de coisas, e com a cabeça lá longe. E me falta o mapa, que dizem, é a parte mais espetacular da viagem.

É... eu sei que não é nenhuma novidade. A angustia, o coração apertado, achar que as coisas não estão tão certas assim. Mas as vezes a gente tem que largar de mão algumas coisas bem importantes, pra notar que aquilo, sim, que era importante (História, na Feevas, por exemplo!). Sinto que é o momento de parar pra pensar um pouco, coisa que tem se tornado tão complicado.
Tanta gente, tanta informação, tanto sentimento e pouco de Gabriela nisso tudo. Ok, é assim mesmo que o barco anda. Esse ano encaro tudo de novo, esse ano encaro um monte de coisa nova. 2009 já tá pela metade e ainda há muita coisa a ser feita. No fim das contas me dediquei tanto a tão pouco, que muito ficou pra trás, e será revisto!

Ficaram pra trás um monte de gente e de coisas que não se tornaram menos importantes, de maneira nenhuma. E estão, e entram cada vez mais, um punhado de gente e coisas importantes também. Tud0o será administrado, pretendo.

G.M.



PS: Maio?





Me levou pro Céu

Aprendendo - B. T. G. Céu

O que se come no Summerland?


Você não sabe do que esta pedra é capaz! O.o



Céu - Indescritível
Mais um pôr-do-Sol fantástico



"Deixa eu aprender o que é o amor..."



Leskie e Apolo (ou Átila, Zeus, ou Dionísio, ou Eros...)




Em "A Colheita Maldita"







"A estrada vai além do que se vê..."





14 maio 2009

Preciso de tempo pra escrever um post muito, muito grande.


PS: Meu post durou, porque foi inteligente.

10 maio 2009

Sinceramente, eu não sei porque preciso passar por isso.


Eu não sei porque as coisas parecem bem melhores quando olhamos de longe (talvés seja porque olhamos de longe)

SE A ESCOLHA FOI MINHA, EU É QUE ME FERRE.

QUERO MAIS É QUE SE FODA.


*MUITA RAIVA*

12 abril 2009

Pergunta se eu to feliz...




Respondido??

Adicionar vídeo

04 abril 2009

Destrancendentalização

Subliminaridade.

Individualismo extremo forçado. Dúvida que parece ser eterna. Medo. Saudade de ser Gabi Moroni. Sangue esfriando nas veias. Cansaço, cansaço, cansaço. Alguém que me conheça como ninguém. Vazio indecifrável. Muitas perguntas. Muitas respostas. Como é difícil reconhecer coisas. Baixa auto-estima. Cuidado com o que você deseja. Instabilidade estável. Tão difícil de entender. Nunca sei como agir. Quando mais multidão, mais solidão. Me faz um falta imensa. Como foi difícil ouvir que você também precisa de mim. O deserto que divide a África negra da África branca. Tanta hipocrisia. Tanta gente burra.

Preciso de alguém pra conversar sem precisar pensar. My tears dry on their own. Coisas desconcertantes demais. A felicidade vai sempre depender somente de mim. Não espere isso de mim. Não quero mais isso. Preciso. "Mãe, não queria ser mais uma ovelha do sistema." Será que existe mais alguém igual a mim? Criando um ambiente desagradável. Poder de persuasão. Cada vez menos vida. Mais trabalho. Eu errei e sabia que seria um erro. Às vezes é perfeito. Catástrofe. Por faor, não faça mais isso na minha presença. Reclama demais e nunca procura ver o lado bom das coisas. Por favor, não desperdice seu tempo. Raiva.

Gostaria de escolher. Gostaria de ser mais auto confiante. Não sei bem que rumo irá tomar. Teno muito medo. Não sei se quero mudar.

180°.
Será que deveriam ter sido 360°?


Gabriela Moroni

01 abril 2009

 

 

A boca não é boa e a tendência é piorar...

 

Não, brincadeirinha.

 

Mas, que domingo me traumatizou, isso é verdade.

E fazer de conta que esqueci faz doer mais.

 

E a minha cabeça imagina cada vez mais e mais coisas...

 

 

P**** de baixa auto-estima.

 

(OS: To chutando o e-mail do blog... Caso vc, em outra dimensão receba este e-mail, por favor, desconsidere.)

 

Gabriela

27 março 2009

...

A vida e as coisas continuam tão interessantes quanto sempre foram de se observar. Mas de fato, a minha vida mudou quase que completamente de um ano pra cá, e acaba sendo um pouco estranho conciliar tanta coisa nova, tantos inícios, tantas situações de não saber o que fazer. Mas é bom, é mágico. O trampo já não é mais novidade, dou um passo de cada vez e procuro resistir a tentação de quase não me pronunciar e ao mesmo tempo fazer com que as coisas possam melhorar. Fazer o possível pra que isso aconteça, e, a maioria das vezes, isso é muito complicado. As pessoas são complicadas e andar na linha, com tempo pra cumprir é ainda mais complicado. Mas já estou entendendo bastante a dançar conforme a música. Ainda tenho milhões de passos para frente.

A dança decepcionou um pouco, pra falar bem a verdade. Esperava toda a empolgação e o sangue fervendo nas veias, como acabou o ano passado, mas, pra minha tristezinha, pouquíssimas pessoas voltaram, o horário ficou bem complicado (especialmente para o semestre que vem, não sei se vou continuar dançando...). Muita conversa, pouca brincadeira, pouca evolução. O que mais quero na vida (entre tantas outras coisas) é não parar de dançar NUNCA. Só eu sei o quanto preciso disso.

O namoro vai bem, obrigada. Com muitos sentimentos novos e muitos sendo revividos, mas de uma maneira completamente nova e que me surpreendente até mesmo com a minha maneira de agir. Muito bom. Gostaria, mas não cabe aqui mais palavras... O blog é público, mas não tem a intenção de machucar ninguém – ou ainda de aumentar o possível falatório que já exista.

Não tenho tempo pra praticamente mais nada. E ainda estão nos planos cursar mais duas cadeiras na facul, uma escola de samba, um trabalho voluntário, arrumar o quarto e visitar a minha afilhada, coisas que já não faço a um certo tempo. Fazer a unha é coisa pra depois das 11 da noite. To tendo aquela vida agitadíssima que tanto gosto. Mas que também faz o relógio correr muito rápido e eu confundir um pouco as coisas, deixar a internet de lado também...

Mas juro que o blog não será abandonado. Ainda voltarei a ter tempo de atualiza-lo.

O importante é que to, na maior parte do tempo, feliz, como sempre.

Tudo melhora, a tudo eu resisto. Sempre, já decorei.

Gabriela

17 fevereiro 2009

Viva e sã

A minha vida toma um rumo completamente maluco.
E não me falta vontade de conta-lo aqui detalhadamente.

Só me falta saco e tempo.
Logo, logo, conto!


Saudade desse blog...


G.

27 janeiro 2009

http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=2043927

Cuaracy acordava devagar pra ter certeza que o sonho não escapava por
seus dedos.
De fato criara uma versão irreal do que a esperava. Mapeou o trajeto
que levaria Caurê até o seu coração. Não somente as flores nas pegadas
seriam suficientes, e talves elas já nem fossem tão importantes agora.
Mas ela sentia como se rejuvenescesse muitos anos.


Um calor dentro do peito tomou conta daquele sentimento de angústia
anterior. Queria aproveitar cada segundo, apesar do medo, muitas
vezes, de não estar agindo da maneira correta. Mas agora só restava
deixar agir o coração. Fizera coisas erradas, que apesar de não terem
a menor importância e já ter-se arrependido, ainda a faziam sofrer às
vezes que percebia que Caurê entendera isso como uma grande ofença.


Cuaracy tinha o coração todo aberto. Sentia coisas novas como a muito
tempo não era capaz. Tinha a mente totalmente coração. Não podia
impedir. E se a machucasse agora, apesar de sangrar muito, teria
sentido como o coração é capaz de respirar e renovar-se. Mil perguntas
e vontades surgiam em sua mente, e agora era hora de colocá-las em
ordem, deixar o medo pra lá e fazer a espiral girar. A Dança da
Serpente de Fogo da Terra.


Do fundo do coração: Tem sido uma experiência incrível.

20 janeiro 2009

Eu tinha planejado um texto imenso pra escrever aqui, mas o tempo tá
correndo muito... Juro que atualizo as coisas por aqui logo, logo.

PS: Bernardo me ensinou: é discussão!

31 dezembro 2008

Que venha 2009

Nada de grandes declarações este ano!

Espero que 2008 tenha servido pra crescermos, pra sorrirmos e pra
entendermos um pouquinho melhor como este mundão funciona e o quanto
ainda precisamos lutar para fazê-lo melhor!
Que 2009 nos traga força pra lutar pelo que pretendemos, pra sonhar
com coisas melhores e pra seguir em frente, encarando todos os pepinos
e todos os dias, um de cada vez.


Sonhos, beijos, sol, abração, sorisso, cafuné, boas energias, chuvinha
na hora de dormir, saudades gostosas, filme bacana, paz, cheirinho de
rango gostoso, amigos, todo o meu carinho, risada de dar dor de
barriga, saúde, música, muitas fotos, cantar no chuveiro, sossego,
grana, um pouquinho de futilidade, sucesso, passeios, livros bons,
sorte!

Desejos sinceros, às pessoas que merecem, como todos os anos!

19 dezembro 2008

Difícil
Difícil
Difícil
Difícil
Difícil
Difícil
Difícil
Difícil

16 dezembro 2008

Tomar o mundo feito Coca-Cola

Tô achando incrível tudo que está acontecendo.
Cada vez tenho mais e mais certeza que a felicidade está nas coisas
mais simples deste mundo! Chimas, show de graça, cantar e gritar
muuuuuito, suar num show bueníssimo, visitas de domingo à noite,
fotos, sorvete, papo furado, jogar pife de madrugada, conversas sobre
formas e tamanhos (só tamanhos, falta ainda sobre as formas), ter 16
anos de novo. Ser livre e livre e livre - e não querer pegar todo
mundo só por causa disso.

Cafuné, dar presentinho, me sentir mais lindona, fodona e não ter
vergonha nenhum disso. Gastar muuuuuuuuuuuuuuuuuuuuito em sms,
uhahuahuahuahuah.


Dá saudade, claro que dá.

Mas estou aprendendo a ser só EU, sem depender de ninguém pra isso.
E tá sendo muito foda!

=]

09 dezembro 2008

Desafio

*Ainda gostar daquela menina
*Não ter firmeza ao desistir de vícios (muitos!)
*Falta de amor próprio
*Mentir, quando não há necessidade

28 novembro 2008

To fechando o blog pra comentários sem identificação.
vá lá que a fulana tenha todo este prazer em me aloprar.
Que ela tenha escolhido o MEU blog pra ter seus pitis de moral.
Mas falar mal das pessoas importantes pra mim já é demais.

E por enquanto vou dar um tempo no blog.

Acho que ninguém tem obrigação nenhuma de ler o que não lhe agrada.
E eu não tenho obrigação nenhuma de aguentar que não tem mais o que fazer.