27 outubro 2010
25 outubro 2010
100 Livros pra Ler antes de Morrer
Achei este artigo no http://www.clubelivro.com/100-livros-para-ler-antes-de-morrer-n726.htm, achei bacana...
Segue a lista:
Cômicos:
Lucky Jim, de Kingsley Amis
A informação, de Martin Amis
O papagaio de Flaubert, de Julian Barnes
Don Quixote, de Miguel de Cervantes (to louca pra ler esse, mesmo!)
O manuscrito de um louco e outras histórias, de Charles Dickens
O Fatalista e Seu Amo, de Jacques Diderot
Bouvard et Pécuchet, de Gustave Flaubert
Nosso homem em Havana, de Graham Greene
Finnegans Wake, de James Joyce
O castelo, de Franz Kafka (Kafka sempre me lembra o Lucas!)
Invertendo os papéis, de David Lodge
Pnin, de Vladimir Nabokov
Fogo pálido, de Vladimir Nabokov
A vida e as opiniões do cavalheiro Tristram Shandy, de L. Sterne
O estranho misterioso, de Mark Twain
Declínio e queda, de Evelyn Waugh
Ente querido, de Evelyn Waugh
Malícia negra, de Evelyn Waugh
Crime e suspense:
A trilogia de Nova York, de Paul Auster
The third-nine steps, de John Buchan
And then, there were none, de Agatha Christie
O misterioso caso de Styles, de Agatha Christie
Assassinato no campo de golfe, de Agatha Christie
O assassinato de Roger Ackroyd, de Agatha Christie (li muita Agatha Christie na vida, nenhum deses...)
The woman in white, de Wilkie Collins
The moonstone, de Wilkie Collins
O estudo em vermelho, de Arthur Conan Doyle
O cão dos Baskervilles, de Arthur Conan Doyle
The secret agent, de Joseph Conrad
Jurassic Park, de Michael Crichton
O enigma de Andrômeda, de Michael Crichton (só vi o filme,... Medo...)Crime e castigo, de Fyodor Dostoevsky (Quatro quintos é praticamente o livro todo!)
O conde de Monte Cristo, de Alexandre Dumas
American Psycho, de Bret Easton Ellis
Cassino Royale, de Ian Fleming
Goldfinger, de Ian Fleming
Terceiro homem, de Graham Greene
The kings of torts, de John Grisham
A chave de vidro, de Dashiell Hammett
O falcão maltês, de Dashiell Hammett
Seara vermelha, de Dashiell Hammett
O talentoso Ripley, de Patricia Highsmith
Strangers on a train, de Patricia Highsmith
Meu nome é vermelho, de Orhan Pamuk
Ratos e homens, de John Steinbeck
Família:
Mulherzinhas, de Louisa May Alcott
O pai Goriot, de Honore de Balzac
Eugênia Grandet, de Honore de Balzac
Malone morre, de Samuel Beckett
O estrangeiro, de Albert Camus
Quarentena, de Jim Crace
Os mandarins, de Simone de Beauvoir
Great expectations, de Charles Dickens
O velho e o mar, de Ernest Hemingway
Um retrato do artista quando jovem, de James Joyce
Ulisses, de James Joyce (segundo o meu pai, o livro mais bem escrito do mundo. Sempre quis lê-lo...)
A redoma de vidro, de Sylvia Plath (Plath?! Só pode ser bom!)
Em busca do tempo perdido, de Marcel Proust
A leste do Éden, de John Steinbeck
Mrs Dalloway, de Virginia Woolf
Romance:Dom Casmurro, de Machado de Assis
Orgulho e preconceito, de Jane Austen
Daniel Deronda, de George Eliot
O grande Gatsby, de F Scott Fitzgerald
Suave é a noite, de F Scott Fitzgerald
Adeus às armas, de Ernest Hemingway
A insustentável leveza do ser, de Milan Kundera
O amor nos tempos do Cólera, de Gabriel Garcia Marquez
Lolita, de Vladimir Nabokov
Ficção científica e fantasia:
O guia do mochileiro das galáxias, de Douglas Adams
O assassino cego, de Margaret Atwood
Fahreinheit 451, de Ray Bradbury
O barão nas árvores, de Italo Calvino
Alice no país das maravilhas, de Lewis Carroll (To na metade, não deu tempo de terminar também)
O pêndulo de Foucalt, de Umberto Eco
Neuromancer, de William Gibson
Brave new world, de Aldous Huxley
O processo, de Franz Kafka
Solaris, de Stanislaw Lem
The chronicles of Narnia, de CS Lewis
Eu sou a lenda, de Richard Matheson
Ada ou Ardor, de Vladimir Nabokov
1984, de George Orwell
Os versos satânicos, de Salman Rushdie
Ensaio sobre a cegueira, de Jose Saramago
Drácula, de Bram Stoker
Orlando, de Virginia Woolf
Gueras, históricos e viagens:
A peste, de Albert Camus
Moll flanders, de Daniel Defoe
Silas Marner, de George Eliot
A educação sentimental, de Gustave FlaubertMemórias póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis
As aventuras de Tom Sawyer, de Mark Twain
As cidades invisíveis, de Italo Calvino
O caçador de pipas, de Khaled Hosseini
On the road, de Jack Kerouac
Se não agora, quando? de Primo Levi
Moby Dick, de Herman Melville (quero muito também!!!!)
Germinal, de Emile Zola
Candide, de Voltaire
Around the world in eighty days, de Jules Verne
Realmente ainda tem muito livro pela frente... Ju Alves, Gruber, o que me dizem sobre esta lista???
22 outubro 2010
21 outubro 2010
Bolinha de papel
http://sul21.com.br/jornal/2010/10/agressao-com-bolinha-de-papel-torna-se-chacota-no-twitter-boladepapelfacts/ <https://mail.feevale.br/exchweb/bin/redir.asp?URL=http://sul21.com.br/jornal/2010/10/agressao-com-bolinha-de-papel-torna-se-chacota-no-twitter-boladepapelfacts/>
Respeitei Silvio Santos, ein!
19 outubro 2010
Indignação
Serra está MENTINDO no horário eleitoral
Serra esta MENTINDO no horário eleitoral, de 15/10/2010:
->FAT->Serra disse ser o criador do Fat:
O FAT, que reuniu o PIS e o Pasep no mesmo fundo, foi criado pelo Projeto de Lei nº 991/1988, do deputado Jorge Uequed (PMDB/RS), aprovado após parecer favorável do então deputado Francisco Dornelles. Esse projeto foi transformado em lei no dia 11 de janeiro de 1990 (Lei nº 7998).
->SEGURO DESEMPREGO-> Serra disse ser o criador do Seguro Desemprego:
Foi criado pelo decreto 2.283 de 27 de fevereiro de 1986, pelo então presidente José Sarney. Na época, Serra era secretário de Economia e Planejamento do governador de São Paulo Franco Montoro.
->GENÉRICOS->Serra disse ser o criador dos Genéricos:
Jamil Haddad (Ministro da Saúde) e Itamar Franco são os signatários do decreto 793 de 5 de abril de 1993, que pela primeira vez regulamentou os genéricos no Brasil. Quando Serra foi ministro, os genéricos já eram produzidos no país.
17 outubro 2010
Sobre dar um tempo pra cabeça
08 setembro 2010
Pra ler ouvindo "I'm Yours" - Jason Mraz
Díficil entender como as coisas acontecem comigo... Ao mesmo tempo em que parece que meu coração não cansa de se esmagar e doer pelo que já não existe mais, também cresce uma impressão totalmente irracional de que eu esteja agora fazendo a coisa certa.
O certo é que eu consigo enxergar um quirguilhão de coisas nas quais eu estou mais forte e muito mais amadurecida, e outras muitas em que eu ainda fico com raiva de mim mesma por não ter o controle da situação ou por ter que ficar quietinha e deixar minha opinião pra lá, pra poder ficar numa boa. Continuo achando que esta coisa de crescer dá trabalho demais, viver é uma total e completa doideira e que relações são quase sempre complicadas. E o amor, bom... quem me conhece sabe a total ambiguidade que essa porra de palavra é pra mim.
To conseguindo ver com bastante clareza as coisas que me fazem ficar feliz e em paz, mesmo que outras milhões de vezes o meu oração fique doido de pedra e não consiga fazer outra coisa além de se martirizar. Já to aprendendo que a coisa vai andar assim mesmo pra sempre e que o melhor mesmo é dar os ombros a ele e parar de escutar este bobão.
Os 25 estão me proporcionando algumas situações bem incríveis, a maioria delas, bem "myself", que é onde eu sempre quis agir mais. To curtindo um bocado ser eu, sem tanta crise e pessimismo. To com o poder pessoal lá em cima, apesar das "despencadas" algumas vezes.
Voltar pra História está sendo incrível e é tanta loucura e empolgação que eu me perco muito nos meus planos, e isso tá me ensinando a focar, planejar e administrar isso, que por tanto eu achei que era só o suficiente, e agora eu consigo ver que é tudo que alguém pode ter de mais incrível: VIDA.
Continuo observadora, crítica pra caralho e reclamona uma barbaridade.
Foda-se, como eu tanto já ouvi por aí (e tanto já sofri por isso): eu sou assim, pra quem gostar e pra quem não gostar.
Vou continuar uma criança, uma hipocondríaca, uma palhaça, que dá risada de tudo quanto é coisa. E que não gosta da rodinha das mulheres, que tem vontade de dançar enquanto anda na rua, e que faz a Beyonce entre amigas (que SÃO as melhores coisas dessa vida, sempre!). Que ouve e se diverte com "quase" qualquer coisa, e que não precisa beber pra ser a mais sequelada do mundo. Que não para de dançar até a noiva ir embora ou o garçom varrer o chão, que gosta muito de comer carboidrato, de cobertor e de olhar filme (um de cada vez, do começo!), que não tem vocação pra submissa (dependendo do cômodo da casa), é espontânea, e maluca, e que fala palavrão afudê e tarada. Que quer salvar o mundo, que anda chorando por causa de qualquer coisa, que gosta de poesia e sorvete de creme, que tem amigos de todo tipo e vindo de todo lugar, que se inspira de olhar pela janela... Que gosta de reggae e de punk rock, que morre, mooooooorre de ciume, que segura no osso (e na garganta, por algum tempo) a angustia, e que fica minutos sem respirar quando fica emocionada. Foda, forte e cagona. Bem surtada. "With diamonds on inside". Que ama demais quem ama, e que acha que entre o resto, existem os que merecem ser amados e os que não precisam de atenção. Delimitados com uma linha forte... Cheia e sem nenhum rótulo.
And nothing's gonna stop me but divine intervention
I reckon it's again my turn to win some or learn more
But I won't hesitate no more, no more
It cannot wait, I'm yours
Well open up your mind and see like me
Open up your plans and damn you're free
Look into your heart and you'll find love, love, love"
22 agosto 2010
Só crise ou sem crise?
Tanta coisa que eu to observando e pensando se vale a pena manter.
O resto deste lamento está por aí, nesta internet de meu deus.
16 agosto 2010
TANGO
Quem ganhou um ingresso pra ver um show de tango caréssimo?
Mi y mi bofón!!!!!!
Recite o mantra:
“COISAS MARAVILHOSAS ACONTECEM NA MINHA VIDA, O TEMPO TODO!”
25 julho 2010
20 julho 2010
13 julho 2010
11 julho 2010
08 julho 2010
.:: Lembrete de Mário Quintana ::.
....'A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa. Quando se vê, já são seis horas! Quando se vê, já é sexta-feira... Quando se vê, já terminou o ano... Quando se vê, perdemos o amor da nossa vida. Quando se vê, já passaram-se 50 anos! Agora é tarde demais para ser reprovado. Se me fosse dado, um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio. Seguiria sempre em frente e iria jogando, pelo caminho, a casca dourada e inútil das horas. Desta forma, eu digo: Não deixe de fazer algo que gosta, devido à falta de tempo, pois a única falta que terá, será desse tempo que infelizmente não voltará mais.' Mário Quintana |
05 julho 2010
"Je t'inventerai
Des mots insensés que tu comprendras
(...)
On a vu souvent Rejaillir le feu
De l'ancien volcan
Qu'on croyait trop vieux Il est paraît-il
Des terres brûlées Donnant plus de blé Qu'un meilleur avril
Et quand vient le soir Pour qu'un ciel flamboie
Le rouge et le noir Ne s'épousent-ils pas"

