24 abril 2011

Alôu!

Bom... pra variar, eu não sei o que exatamente eu quero escrever aqui... acho que atualizar as coisas, dizer o que há. Pra começo de conversa... estou dando aula, né? Então... de ed. física, vale lembrar que eu matava essa aula e sempre reclamei das profes que não faziam nada que prestasse, e então, qual tipo de professora vocês acham que eu sou? Essa mesma!
Está sendo uma escola, apesar de ser uma escola. To aprendendo pencas de coisas, geralmente por não saber o que fazer nas situações. Felizmente todo mundo tem sido bacana comigo e as profes e funcionários me ensinam bastante. As crianças também. Mas definitivamente não nasci pra trabalhar com crianças pequenas. Tenho aqueeela dificuldade pra me comunicar com elas... Phoda!
To fazendo monitoria na Unisinos... Não tem grande trabalho, na verdade... Bem tranquilo... Mas é bom estar lá e procuro me puxar bastante, pra plantar sementinhas boas.
As duas faculdades estão me deixando de cabelo em pé e no final das contas acabei não me organizando muito bem nos horários... Complicado. Mas estou me habituando a tudo isso...
O namoro também é sempre um aprendizado... E as vezes eu gostaria que não fosse tão difícil enfrentar algumas coisas. O importante é que o sentimento existe e ajuda e passar por cima de algumas coisas. Pra variar, eu to aprendendo a lidar com o coração.

Ao mesmo tempo que to cansada, também to querendo abraçar tudo e aprender muito. Acho, sinceramente que estou chegando em algum limite, não sei qual... Mas tranquilo, to conseguindo me acostumar a tantos horários, ônibus, cronogramas e trabalhos... pra variar, a família e os amigos acabam ficando meio pra tras... Só por fora, por dentro estão sempre em primeiro lugar... E espero que logo eu consiga ficar tranquila o suficiente para colocá-los na minha agenda apertada...

Pensando em fazer mais um blog e costurar roupinhas... Tempo?? Ah, pois é...

30 março 2011

Bom, a vida e suas reviravoltas malucas... Eu saí da Good a umas duas semanas, coisa que já deveria ter feito a tempo e me faltava coragem. To dando aula, uma experiencia incrivelmente nova e vezes bacana, vezes frustrante (especialmente por ser na única matéria que eu matava, quando era criança - ed. física). To sentindo falta de ter um tempo pra mim e me dedicar às coisas mais zen da vida. To precisando muito dar uma geral no meu quarto, dar uma bela circulada na energia que tem lá. tem muita coisa acontecendo, na real e eu não sei exatamente em qual focar, apesar de que, pelo menos, agora, a coisas à focar seguem uma mesma direção. Queria muito poder tirar uma semaninha de folga, porque nem a isto eu me dei o direito. Ok, é levantar a cabeça e prosseguir. Quem sabe o que acontece ali a diante, não é? To super por pegar uma bolsa e viver da generosidade alheia. Sei lá. É tão difícil conciliar grana, satisfação e espiritualidade... Vai saber. A tempo: É muito bom ter amigas, e melho ainda é revê-las!

08 março 2011

Hair- Aquarius

25 fevereiro 2011

 

 

Muito difícil...

Muito difícil...

Muito difícil...

Muito difícil...

Muito difícil...

Muito difícil...

Muito difícil...

 

 

Eu não sei o que fazer...

 

A vontade de mandar TUDO a merda é crescente.

 

 

 

 

Há uma boa notícia: Vou deixar de brincar de super-herói. Voltar a dança, que sabem em dois lugares. Eu deveria ter dedicado a minha vida somente a isto.

21 fevereiro 2011

 

 

 

Pois bem que eu queria te amar como nunca amei ninguém.

 

:ó(

14 fevereiro 2011

"Nunca deixar de ouvir, com outros olhos..."

Tem sido um desafio a cada dia esse negócio de cuidar de mim mesma. Muito menos que grana, acho que este é um dos menores dos meus problemas (apesar de viver sem um pila no bolso). Me virar sozinha no que se refere a fazer as minhas escolhas e decisões, logo eu que nunca pude escolher muito, e principalmente cuidar bem direitinho dos meus sentimentos, isso tem sido bem cruel. Ter que me impor e decidir se eu faço uma gritaria, perco a razão e ajo como uma doida, coisa que eu sei que não resolve nada, mas que, sério, tenho passado por cada uma que estou quase me obrigando. Guardar as coisas dentro de mim também não é, absolutamente, a melhor decisão. Ainda não sei como falar, pedir, conversar alguns assuntos. Sinto falta de ter os amigos sempre por perto, de poder ter alguém pra escancarar o coração, sem ter medo de represálias, julgamentos. E de ouvir alguma coisa suave e sincera. Acho que me faz falta ter sido uma pessoa impulsiva, teimosa e cheia de vontades. Eu sempre quero poupar as pessoas e me virar sozinha. Bem azar o meu mesmo.

Sei que parece aquele chororô de sempre, mas não é tanto assim.  Eu sei que tenho um caminho bom pela frente, e eu sei que 90% das pessoas passam pelo mesmo perrengue que eu. Claro, nem todos os 90% são inseguras e guardam as coisas dentro de si como eu. Sorte, ou azar... Quem sabe, né? A coisa toda é que eu escrevo muito melhor do que falo, e descobri isso a muito pouco tempo, o que me fez me calar ainda mais. Alias, as condições me fazem pensar que calar é melhor que falar.

Bem, as férias do trampo foram ótimas, lógico. Um acampamento que quase me fez desistir de tudo pra ficar lá, e uma visitinha relâmpago e maluca à Duda, no Rio. Muita intensidade em muito pouco tempo. Valeu mais que as férias mais longas que eu tinha tido até agora. Sério, eu quero muito um matinho só pra mim. Foi também a primeira vez que eu fiquei bastante tempo só com o B. que serviu pra reforçar ainda mais o sentimento gostoso que rola entre nós. E me fez pensar no quanto eu gostaria de poder ficar com a mente e o coração mais tranquilos quando eu estou com ele. Alias, quando eu estou em qualquer lugar. Acho que nunca fui tão retraída, mas acho que chega, não preciso de muito dessa repressão toda que o mundo tem jogado em cima de mim.

É coisa de estudar a si mesmo, meditar e tentar desenvolver uma série de qualidades. Sozinha, como tem sido cada vez mais, desde que aquela coisa boa e tranquila de pré-adolescência e adolescência me deixou pra trás. Agora, to fazendo de tudo pra poder optar por ter um pouco mais de tranquilidade (ou, de preferencia, muito mais tranquilidade), mesmo que isso não signifique ficar mais tempo parada, mas fazer coisas que sejam mais por prazer que por protocolo e obrigação.

Pelo menos to conseguindo ter mais clareza nos meus sentimentos, aceitar que tenho que trabalhar alguns pontos e, felizmente e finalmente, to deixando pra trás algumas cicatrizes que ardiam as vezes.

 

Pelo menos desta vez o tarô tem sido mais otimista comigo. Só to precisando ainda de um mentor espiritual, um psicólogo, muito dinheiro e mais uns 3 dias na semana. Rs...

 

Sempre vai-se vivendo. Devagar vou abrindo opções para fazê-lo.

 

 

08 fevereiro 2011

Wish List

Lista de desejos (em construção!)

 

 

13 janeiro 2011

Colo

 

 

“Dorme agora.

É só o vento lá fora.

Quero colo. Vou fugir de casa.

Posso dormir aqui com vocês?

Estou com medo. Tive um pesadelo”

 

 

 

 

 

 

 

OS: Eu ainda detesto Legião.

 

 

 

 

04 janeiro 2011

*raefgnivahitubuoyevolib*

 

 

 

“Eu gosto tanto de você que até prefiro esconder,

Deixo assim ficar subentendido...”

 

16 dezembro 2010

Guaranteed - Eddie Vedder

On bended knee is no way to be free

Lifting up an empty cup, I ask silently

All my destinations will accept the one that's me

So I can breathe...

Circles they grow and they swallow people whole

Half their lives they say goodnight to wives they'll never know

A mind full of questions, and a teacher in my soul

And so it goes...

Don't come closer or I'll have to go

Holding me like gravity are places that pull

If ever there was someone to keep me at home

It would be you...

Everyone I come across, in cages they bought

They think of me and my wandering, but I'm never what they thought

I've got my indignation, but I'm pure in all my thoughts

I'm alive...

Wind in my hair, I feel part of everywhere

Underneath my being is a road that disappeared

Late at night I hear the trees, they're singing with the dead

Overhead...

Leave it to me as I find a way to be

Consider me a satellite, forever orbiting

I knew all the rules, but the rules did not know me

Guaranteed.

08 dezembro 2010

Looking a little peace!

E ontem, então foi o grande dia!

07/12/2010

O dia que entreguei o último trabalho de um semestre que achei que não ia conseguir vencer. Sério! Me senti como aquele que sempre dizia que ia rodar e estudava enlouquecidamente todo o fim de semana. Irônico, se não fosse trágico. Dei um tempo pros amigos, dei uma atenção praticamente miserável à família e me larguei completamente de mão. Um semestre inteiro sem dar opinião em lugar nenhum, me divertido só de vez enquanto, me estressando horrores por “deixar a vida me levar”. E ainda tendo que ouvir das pessoas de quem eu gostaria que viesse o primeiro abraço no desespero completo em que eu estava (e devagarinho to me livrando...). E não poder exigir, lógico!

Todo mundo adora dizer, e, claro, todo mundo saca que não dá pra ter tudo ao mesmo tempo. E, ok, eu tive muita coisa! Passei com notas MUITO IMPRESSIONANTES mesmo fazendo duas cadeiras fudidéssimas ao mesmo tempo e sem conhecer ninguém pra pedir socorro, fui convidada pra ser bolsista pra profe mais incrivelmente inteligente e cuja aula é a mais difícil, consegui ficar comer nem um mísero bichinho, namoro em pé e ainda tenho onde morar. E ainda tive tempo pros planos, que fazem eu enxergar uma luz não tão lá no fundo do túnel, mas felizmente começando a iluminar.

Mas a cabeça e o coração, nossa senhora, um fiasco pra variar. A vontade real é de ir pra uma cabaninha, numa comunidade hippie (e de preferência que não use drogas – de nenhum tipo!). pra mim me esconder lá só com os 9 (eu disse NOVE) livros que eu lerei nas férias por PURO PRAZER, e ficar planejando e pensando coisas. Do jeito que eu sempre pude fazer. Voltar a ser mais eu e menos o que os outros quiserem de mim. Na real que isso torna as coisas um pouco mais fáceis pra mim. Eu odeio discutir com gente que não me escuta, e detesto gritaria. Então eu preferi ficar na minhazinha e fazer o que parecia mais fácil. Isso me deu tempo pra pensar na facul – de maneira muito especial em Brasil I e América I (e, putz, é o “I” ainda!!!) – e deixei o coração e a inteligência de lado.

Que falta me fazem acampamentos, Juliano e Julianas, festas do pijama, dançar até descadeirar e falar bobagem e dar muita risada. Tudo isso com o único intuito de fazer o que eu tiver vontade. EU TIVER VONTADE. Começou com a facul e outras coisas virão atrás. Algumas com férias, outras com experiências e outras ainda com um bye bye definitivo.

Como sempre, preciso de coragem e luz. (e saúde, vou fazer o exame da B12 esse mês e to preocupada!)

01 dezembro 2010

#POVOTODOATWORK

 

 

17 novembro 2010

At Work

 

 

O trabalho dignifica o homem.

 

Não sei. O certo é que a maioria dos trabalhos macaniza o homem.

 

Hoje eu abdico da maior parte da minha vida pra servir a máquina e tentar vencê-la. Difícil. Uma considerável parte do tempo eu penso em sair dessa roda louca, que de caminha não tem nada e me dedicar mais a mim e às outras pessoas. E quando o cerco aperta, eu penso muito mais. Como diz a Aline, é como dar uma de geração Y, tem gente chamando de índigo. E eu, que não gosto muito de rótulos, até tendo entender isso aí como uma tendência do mundo mesmo. Hoje eu sei que preciso (logo) servir ao mundo e não contra ele e a favor de alguns. A pressa pra fazer a coisa certa me sufoca. Como sempre sufocou, na verdade. O que muda em mim é a paciência, a estagnação, a resignação que as vezes vem me livrar de ter um ataque do coração.

 

Hoje eu acordei, de novo, com vontade de desistir. Mas de desistir de ser mais alguém, pra ser alguém.

 

 

 

 

 

27 outubro 2010

Eu quero um emprego onde se preciso ler livros e ver filmes.
 
E viajar...
 
Podem postar as propostas nos comentários.

25 outubro 2010

100 Livros pra Ler antes de Morrer

Achei este artigo no http://www.clubelivro.com/100-livros-para-ler-antes-de-morrer-n726.htm, achei bacana...

Segue a lista:

Cômicos:

Lucky Jim, de Kingsley Amis

A informação, de Martin Amis

O papagaio de Flaubert, de Julian Barnes

Don Quixote, de Miguel de Cervantes (to louca pra ler esse, mesmo!)

O manuscrito de um louco e outras histórias, de Charles Dickens

O Fatalista e Seu Amo, de Jacques Diderot

Bouvard et Pécuchet, de Gustave Flaubert

Nosso homem em Havana, de Graham Greene

Finnegans Wake, de James Joyce

O castelo, de Franz Kafka (Kafka sempre me lembra o Lucas!)

Invertendo os papéis, de David Lodge

Pnin, de Vladimir Nabokov

Fogo pálido, de Vladimir Nabokov

A vida e as opiniões do cavalheiro Tristram Shandy, de L. Sterne

O estranho misterioso, de Mark Twain

Declínio e queda, de Evelyn Waugh

Ente querido, de Evelyn Waugh

Malícia negra, de Evelyn Waugh

Crime e suspense:

A trilogia de Nova York, de Paul Auster

The third-nine steps, de John Buchan

And then, there were none, de Agatha Christie

O misterioso caso de Styles, de Agatha Christie

Assassinato no campo de golfe, de Agatha Christie

O assassinato de Roger Ackroyd, de Agatha Christie (li muita Agatha Christie na vida, nenhum deses...)

The woman in white, de Wilkie Collins

The moonstone, de Wilkie Collins

O estudo em vermelho, de Arthur Conan Doyle

O cão dos Baskervilles, de Arthur Conan Doyle

The secret agent, de Joseph Conrad

Jurassic Park, de Michael Crichton

O enigma de Andrômeda, de Michael Crichton (só vi o filme,... Medo...)

Crime e castigo, de Fyodor Dostoevsky (Quatro quintos é praticamente o livro todo!)

O conde de Monte Cristo, de Alexandre Dumas

American Psycho, de Bret Easton Ellis

Cassino Royale, de Ian Fleming

Goldfinger, de Ian Fleming

Terceiro homem, de Graham Greene

The kings of torts, de John Grisham

A chave de vidro, de Dashiell Hammett

O falcão maltês, de Dashiell Hammett

Seara vermelha, de Dashiell Hammett

O talentoso Ripley, de Patricia Highsmith

Strangers on a train, de Patricia Highsmith

Meu nome é vermelho, de Orhan Pamuk

Ratos e homens, de John Steinbeck

Família:

Mulherzinhas, de Louisa May Alcott

O pai Goriot, de Honore de Balzac

Eugênia Grandet, de Honore de Balzac

Malone morre, de Samuel Beckett

O estrangeiro, de Albert Camus

Quarentena, de Jim Crace

Os mandarins, de Simone de Beauvoir

Great expectations, de Charles Dickens

O velho e o mar, de Ernest Hemingway

Um retrato do artista quando jovem, de James Joyce

Ulisses, de James Joyce (segundo o meu pai, o livro mais bem escrito do mundo. Sempre quis lê-lo...)

A redoma de vidro, de Sylvia Plath (Plath?! Só pode ser bom!)

Em busca do tempo perdido, de Marcel Proust

A leste do Éden, de John Steinbeck

Mrs Dalloway, de Virginia Woolf

Romance:

Dom Casmurro, de Machado de Assis

Orgulho e preconceito, de Jane Austen

Daniel Deronda, de George Eliot

O grande Gatsby, de F Scott Fitzgerald

Suave é a noite, de F Scott Fitzgerald

Adeus às armas, de Ernest Hemingway

A insustentável leveza do ser, de Milan Kundera

O amor nos tempos do Cólera, de Gabriel Garcia Marquez

Lolita, de Vladimir Nabokov

Ficção científica e fantasia:


O guia do mochileiro das galáxias, de Douglas Adams

O assassino cego, de Margaret Atwood

Fahreinheit 451, de Ray Bradbury

O barão nas árvores, de Italo Calvino

Alice no país das maravilhas, de Lewis Carroll (To na metade, não deu tempo de terminar também)

O pêndulo de Foucalt, de Umberto Eco

Neuromancer, de William Gibson

Brave new world, de Aldous Huxley

O processo, de Franz Kafka

Solaris, de Stanislaw Lem

The chronicles of Narnia, de CS Lewis

Eu sou a lenda, de Richard Matheson

Ada ou Ardor, de Vladimir Nabokov

1984, de George Orwell

Os versos satânicos, de Salman Rushdie

Ensaio sobre a cegueira, de Jose Saramago

Drácula, de Bram Stoker

Orlando, de Virginia Woolf

Gueras, históricos e viagens:

A peste, de Albert Camus

Moll flanders, de Daniel Defoe

Silas Marner, de George Eliot

A educação sentimental, de Gustave Flaubert

Memórias póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis

As aventuras de Tom Sawyer, de Mark Twain

As cidades invisíveis, de Italo Calvino

O caçador de pipas, de Khaled Hosseini

On the road, de Jack Kerouac

Se não agora, quando? de Primo Levi

Moby Dick, de Herman Melville (quero muito também!!!!)

Germinal, de Emile Zola

Candide, de Voltaire

Around the world in eighty days, de Jules Verne

Realmente ainda tem muito livro pela frente... Ju Alves, Gruber, o que me dizem sobre esta lista???

22 outubro 2010


Poutz, to romantica de novo, dá vontade dormir e acordar daqui a um mês, quando isso passar...
 
"Oh amor? Aaaaahhhh, florzinho roxa essa..."

19 outubro 2010

Indignação

Sério, eu não quero fazer campanha para este ou aquele candidato, mas é terrível permitir que uma eleição num país deste seja baseada em propagandas babaquinhas e hironicas, cheias de acusações ao invés de gastar o tempo dessas criaturas pensando em como de fato fazer alguma coisa pelo país.
 
A política deve ser feita com o povo e para o povo, e é incrível como este se deixa enganar, pela simples preguiça de pesquisar ou desconhecimento da história do próprio país. E eu não falo de um mestrado, falo em noções básicas e um pouco de bom senso, já que todo mundo cansa de ter mil caras e perder grana e dignidade para criar estas propagandas mais palhaças do mundo.
 
Faz três dias que tudo que eu leio é sobre a História do Brasil, claro, pra prova, mas além disso, fico me perguntando porquê fazê-lo, já que ninguém vê valor e necessidade de entendê-la, já que é mais fácil ligar a TV.

Serra está MENTINDO no horário eleitoral


Serra causou polêmica ao legalizar o aborto em 1998.
 

Serra esta MENTINDO no horário eleitoral, de 15/10/2010:

->FAT->Serra disse ser o criador do Fat:
O FAT, que reuniu o PIS e o Pasep no mesmo fundo, foi criado pelo Projeto de Lei nº 991/1988, do deputado Jorge Uequed (PMDB/RS), aprovado após parecer favorável do então deputado Francisco Dornelles. Esse projeto foi transformado em lei no dia 11 de janeiro de 1990 (Lei nº 7998).

->SEGURO DESEMPREGO-> Serra disse ser o criador do Seguro Desemprego:
Foi criado pelo decreto 2.283 de 27 de fevereiro de 1986, pelo então presidente José Sarney. Na época, Serra era secretário de Economia e Planejamento do governador de São Paulo Franco Montoro.

->GENÉRICOS->Serra disse ser o criador dos Genéricos:
Jamil Haddad (Ministro da Saúde) e Itamar Franco são os signatários do decreto 793 de 5 de abril de 1993, que pela primeira vez regulamentou os genéricos no Brasil. Quando Serra foi ministro, os genéricos já eram produzidos no país.


17 outubro 2010

Sobre dar um tempo pra cabeça

 
É sério, se eu não tivesse a prova amedrontadora na terça, e o boleto gordo pra pagar da faculdade, eu comprava uma bike e uma mochilona no ML e me ia embora por esse mundo de "O'my Goddness".
 
Sério, esse mundo é muito chato e complicado.